Mato Grosso do Sul confirmou a 18ª morte por chikungunya em 2026, ultrapassando o total de óbitos registrados durante todo o ano de 2025. O Estado já soma mais de 11,5 mil casos prováveis da doença, número que representa mais de 80% de todos os registros do ano passado.As mortes foram registradas em diferentes municípios, com maior concentração em Dourados. Segundo especialistas, a incidência da doença no Estado é considerada muito alta, colocando Mato Grosso do Sul entre os locais com maior circulação do vírus no país.A chikungunya é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e provoca febre alta e fortes dores nas articulações, podendo deixar sequelas por meses ou anos. Idosos, bebês e pessoas com comorbidades fazem parte do grupo de risco.Alguns municípios sul-mato-grossenses já iniciaram a vacinação contra a doença. As autoridades de saúde reforçam a importância da eliminação de focos de água parada para combater a proliferação do mosquito transmissor.